Menos de 1% dos atletas de base desenvolvem ambidestria natural. Lucas Maestrinho, 11 anos, é um deles: finaliza, driba e cria com os dois pés com a mesma naturalidade — a característica que mais chama atenção de scouts quando assistem a um jogo dele pela primeira vez.
A ambidestria de Lucas já chamava atenção desde o Galáticos Sub-9, mas foi ganhando peso técnico passo a passo: no JTC (Sub-9/10) refinou a troca de perna em situação de jogo, e no Arouca Barra Clube — onde disputou a Ibercup 2025 no Brasil e faturou o Bola de Ouro de Melhor Meia e Ponta Esquerda Sub-10 de 2025 — consolidou o repertório com os dois pés. Hoje defende o RV Futsal na Rio Futsal Sub-11.
No futebol de base, menos de 1% dos atletas desenvolvem ambidestria natural. Para um meia e ponta esquerda, isso significa que ele pode cruzar pelo lado direito e finalizar de canhota, ou partir pelo lado esquerdo e surpreender com o pé direito — os defensores nunca sabem de que lado vem o perigo. É a característica que scouts de Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo mais valorizam em jovens meias.
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Sim, com janela de avaliações abrindo em julho de 2026 para clubes de base de nível estadual e federal. O material de scouting completo pode ser solicitado direto pelo site.
O canal @lucasmaestrinho no YouTube tem mais de 200 vídeos com gols, dribles, partidas completas e treinos. Mais de 1.590 inscritos e 40 mil views nos últimos 28 dias.